Dark Oath

SOURCE – Parabéns pelo lançamento do álbum When Fire Engulfs The Earth. Quais são os destaques dessa produção?

Joël Martin (Guitars) – A The Tree of Life decerto é o maior destaque do álbum. Em todas as plataformas em que a música está disponível, tem sido a mais ouvida de longe. No entanto do nosso ponto de visto enquanto criadores do álbum, para além dessa teríamos que mencionar a Land of Ours, Watchman of Gods, e a música que dá o título ao álbum, When Fire Engulfs the Earth.

SOURCE – Os temas de When Fire Engulfs The Earth enfatizam a cultura viking e a história de fatos nórdicos, entretanto a história de Portugal é riquissíma relacionado a descobrimentos e conquistas. Você pensam em mencionar algo do gênero no futuro?

Joël Martin (Guitars) – Sim, eventualmente. O nosso objectivo é abordar uma civilização/mitologia diferente em cada álbum, tendo isso em conta, não poderíamos deixar de lado a rica história de Portugal.

SOURCE – When Fire Engulfs The Earth tem sido muito bem recebido fora de Portugal. Mas como está a recepção dentro do País?

Joël Martin (Guitars) – Tem sido boa também. Infelizmente tocamos um genero que não está na moda em Portugal neste momento, no entanto, parece que fizemos um bom trabalho ao ponto de termos algum reconhecimento. Tocámos no VOA Fest, abrimos para Suidakra, entre outros concertos. Todos eles com ótimo público que parece conhecer e gostar do álbum.

SOURCE – O público recebe muito bem as promoções em vídeos e curtos documentários. Como a banda avalia a possibilidade de gravação de vídeos para divulgação de When Fire Engulfs The Earth?

Joël Martin (Guitars) – Infelizmente quando estávamos a preparar o lançamento do álbum não tivemos meios para preparar vídeos, e agora 10 meses depois não se justifica muito investirmos nisso. No entanto, planejamos fazê-lo para o próximo álbum, sem dúvida.

SOURCE – A cena portuguesa tem apresentado grandes surpresas no cenário musical nos últimos anos. Quais bandas portuguesas você poderia nos recomendar?

Joël Martin (Guitars) – É verdade. Recomendamos vivamente os Primal Attack, Analepsy e Moonshade. Três bandas com grande potencial que merecem todo o sucesso possível. Admitimos ser difícil limitar as escolhas, felizmente temos um underground repleto de bandas com qualidade e/ou potencial para muito, como por exemplo Switchtense, Gwydion, Terror Empire, Destroyers of All, Revolution Within, e muitas mais.

SOURCE – Brasil e Portugal são países muito próximos culturalmente. Entretanto, ainda há muito a ser conhecido e reconhecido entre ambos. O que você conhece do cenário brasileiro?

Joël Martin (Guitars) – Sem ser os grandes ícones do metal brasileiro (Sepultura, Soulfy, Angra, Krisiun etc) admitimos não conhecer muito do underground. No entanto, de vez em quando surge uma banda que nos desperta a atenção. De momento, Vitalism, banda de Rio de Janeiro, é uma das nossas favoritas saídas do Brasil.

SOURCE – Alguma possibilidade de tour pelo Brasil?

Joël Martin (Guitars) – Existe sempre, claro. Gostaríamos imenso, no entanto, do ponto de vista financeiro, nunca é fácil executar uma tour. Um dia sim, esperamos conseguir fazê-lo.

SOURCE – Espaço aberto para considerações finais.

Joël Martin (Guitars) – Muito obrigado pelo convite para a entrevista. Para quem nos conhecer e gostar da nossa música, agradecemos imenso o apoio, significa muito. Para quem nos está a descobrir pela primeira vez, esperamos que gostem!

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