AXTY

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SOURCE – Primeiramente, parabéns pelo lançamento do quarto álbum, The Pain Made Me Who I Am. O que você poderia nos falar sobre a produção deste disco?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Obrigado! Foi o nosso primeiro álbum lançado pela Napalm Records, então quisemos tentar algo diferente do que vinha sendo feito nos processos de produção anteriores. Em vez de produzir e lançar um single por vez para, depois, reunir tudo no final, produzimos o álbum inteiro de uma só vez. Isso trouxe mais unidade ao álbum e ampliou as possibilidades na hora de criar a estratégia de pré e pós-produção.

Assim como nos álbuns anteriores, o novo álbum foi mixado e masterizado por mim (Jonathas). Os videoclipes continuam sendo produzidos e editados pelo Felipe Hervoso.

SOURCE – Uma curiosidade: qual é o significado do nome da banda, AXTY?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Inicialmente, a banda se chamava Anxiety, o que acabava sendo um nome muito genérico. Isso dificultava as buscas pelo nome da banda em serviços como o Google, por exemplo. Para tornar o nome mais único, ele foi abreviado para AXTY.

SOURCE – Atualmente, como você avalia a produção dos lançamentos anteriores, Helpless (2021), Unbreakable (2023) e Hannya (2024)?

Jonathas Peschiera (Guitars) – São álbuns dos quais temos muito orgulho, e eles foram muito importantes na história da banda. Cada álbum traz novos aprendizados, e é importante olhar para trás e perceber que seguimos evoluindo em vários aspectos.

SOURCE – O que você poderia nos falar sobre a produção dos videoclipes “End This”, “Who I Am” e “Nothing But Pain”?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Todos foram produzidos e editados pelo Felipe Hervoso, como de costume. Acho que fica claro que temos buscado abordar novas perspectivas para os vídeos, sempre procurando alcançar resultados melhores à medida que adquirimos mais experiência ao longo do processo. Nós nos divertimos bastante durante a produção desses últimos clipes e ficamos muito satisfeitos com os resultados.

SOURCE – O AXTY segue uma linha lógica de evolução ao lançar um álbum por uma gravadora internacional. Entretanto, muitas bandas brasileiras também já fizeram isso, mas, com o tempo, acabaram desaparecendo no vasto cenário atual. Como vocês estão encarando esse novo desafio profissional com o lançamento de The Pain Made Me Who I Am?

Jonathas Peschiera (Guitars) – A gravadora é importante no processo e certamente abre portas, mas quem vai definir, de fato, como as coisas vão se desenrolar é a banda e o trabalho realizado. Nossa ideia é sempre manter um trabalho sólido para continuar construindo o nosso caminho.

SOURCE – Como foi a experiência de tocar na Through Shadows USA Tour em 2025?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Foi a nossa segunda turnê pelos Estados Unidos acompanhando o Born of Osiris, e ela foi muito importante para consolidar vários aprendizados que tivemos na primeira tour. Essa experiência adquirida serviu de base para a última turnê que fizemos com o Lacuna Coil e o Escape the Fate, que exigiu ainda mais em termos de estrutura e organização.

SOURCE – The Pain Made Me Who I Am já está tendo uma boa aceitação internacional. Quais ações vocês pretendem desenvolver para divulgar a banda em território nacional?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Pretendemos intensificar a divulgação do álbum em território nacional. Faremos alguns shows no Brasil até o fim do ano e, no ano que vem, o foco será em possíveis turnês pelos Estados Unidos e pela Europa.

SOURCE – Algo mais a acrescentar?

Jonathas Peschiera (Guitars) – Agradecemos pelo espaço e ficamos à disposição para futuras conversas!

Photo Credit: Debora Camargo

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